sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Características da gravidez de gémeos

A mudanças que ocorrem no organismo são mais rápidas que as que ocorrem na gestação única:
  • O útero cresce mais depressa a partir da 13ª semana de gestação 
  • O ganho de peso será um pouco maior - pode ser de 15 a 20 Kg 
  • Sente movimentação fetal em locais diferentes e ao mesmo tempo 
  • Precisa alimentar-se mais do que numa gestação de feto único: 2700 calorias/dia 
  • É muito comum apresentar anemia e para compensar o médico irá prescrever suplementos de vitaminas e minerais

Estou grávida de gémeos, e agora?


sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Nomes populares em Portugal/2014 - Top 10


Top 10 - Meninas
Maria – 4809
Matilde – 2062
Leonor – 1859
Beatriz – 1378
Mariana – 1330
Carolina – 1295
Ana – 1120
Inês – 1062
Sofia – 980
Margarida – 930
Top 10 - Meninos
João – 1809
Rodrigo – 1783
Francisco – 1718
Martim – 1663
Santiago – 1428
Tomás – 1400
Afonso – 1378
Duarte – 1244
Miguel – 1207
Guilherme – 1206
Fonte: http://www.publico.pt/sociedade/noticia/em-2014-as-meninas-continuaram-a-responder-por-maria-os-rapazes-por-joao-1681275

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Massagem Shantala

A Shantala é uma técnica de massagem milenar, originária do Sul da Índia, feita pelas mães aos seus bebés.

O objectivo principal é promover uma melhor comunicação e interacção entre mãe e filho, fortalecendo o vínculo afectivo já existente entre ambos. Mas, a técnica também traz inúmeros benefícios para a saúde do bebé.

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

O que fazer para acalmar o bebé quando tem cólicas?

 
Comece a percorrer esta lista de sugestões. Lembre-se de que não existe uma táctica que resulte sempre, por isso continue a tentar. 

• Dê uma chupeta ao bebé. Por vezes funciona, provavelmente porque a sucção acalma o bebé. Um baloiço ou uma cadeira de baloiço também podem ajudar. 
• Vire o bebé com a barriga para baixo, sobre o seu joelho ou sobre uma botija de água quente dentro de uma toalha (ou arrefecida a uma temperatura que não seja desconfortável para si quando está em contacto com a pele do seu pulso). Esfregue ou dê palmadinhas nas costas do bebé, já que pode ajudar a aliviar parte da pressão do estômago.
• Pegue no bebé e fale com ele, embale-o ou aconchegue-o. Sem dúvida, nem sempre é fácil mimar um bebé aos gritos mas, por vezes, simplesmente tocar no bebé pode ajudar e é importante pelo menos tentar reconfortar a criança. Pode também tentar pô-lo na cadeirinha de automóvel ou na espreguiçadeira e colocá-la em cima do secador da roupa – o movimento é muitas vezes calmante. Mas não o deixe sozinho, a vibração de alguns secadores é por vezes tão intensa que a cadeirinha pode cair.
• Leve o bebé para todo o lado. Alguns bebés com cólicas gostam simplesmente de se manter em movimento. Se verificar que o seu bebé é assim, invista num porta-bebé e transporte-o consigo enquanto trata das suas tarefas.
• Tente mudar de ambiente. Pode ser útil levar o bebé a passear, na cadeira de passeio ou num porta-bebé. O ar fresco e o ritmo dos movimentos pode acalmá-lo e fazer com que adormeça. Ou então dê uma volta de carro. 
• Depois de dar de comer, pôr a arrotar, mudar a fralda e tudo mais de que o bebé necessite, é perfeitamente aceitável que o coloque na cama de grades durante alguns minutos, mesmo que chore inconsolavelmente, para que possa ter o seu momento de pausa. Alguns momentos de repouso ajudam-na a acalmar os nervos (e a conservar a sua sanidade). O pai e a mãe deverão revezar-se ou contratar uma ama compreensiva durante algumas horas.
• Evite pedir que lhe receitem medicamentos para as cólicas, como anti-espasmódicos ou sedativos, já que podem ser perigosos para o bebé. 
Fonte: http://crescer.sapo.pt/bebe/primeiros-dias/dos-0-aos-6-meses-colicas

Porque o céu é azul?

 
Normalmente, as crianças pequenas têm diversas perguntas, entre essas centenas de questões, há uma que é bem recorrente: “porque o céu é azul?” 
Pode dizer que o céu é feito de partículas muito pequenas que são de cor azul. A resposta mais simples. Se quiser elaborar pode dizer que o céu é feito de pequenas partículas e quando a luz incide sobre elas, brilham na cor azul, assim, todo o céu parece azul.

A idade dos “porquês”

 
É uma fase extenuante para os adultos, mas essencial para o desenvolvimento da criança. E vale a pena responder-lhe sempre.

Começa por volta dos três anos. “Mãe, porque é que o Céu é azul?”, “Pai, porque é que temos de comer legumes?”, “Avó, porque é que tens cabelos brancos?”, “Avô, porque é que gostas tanto de ler o jornal?”, “Tia por que é que…?”

A chamada “idade dos porquês” é um período clássico e habitual no desenvolvimento das crianças. E embora possa ser bastante cansativo para os adultos significa que os mais pequenos estão a crescer da forma esperada.
  
Identidade em construção

Desde que nasce, a criança aprende sobre o mundo que a rodeia e sobre si própria. E antes de saber falar – ou melhor, antes de ter o vocabulário suficiente para fazer perguntas – a curiosidade está lá, mas ela não a consegue expressar.

À medida que vai sendo cada vez mais eficiente na comunicação, a criança começa a questionar os outros sobre tudo o que quer compreender. E os temas são quase infinitos. É aí que a interrogação “porquê?” começa a multiplicar-se.

O conhecido psicólogo e pedagogo suíço Jean Piaget, pioneiro no estudo dos mecanismos de desenvolvimento infantil, chama a este momento o “período pré-operatório”. Ou seja, as crianças conquistam a capacidade de criar imagens mentais sem que o objeto ou as pessoas estejam presentes. Para além disso, é nesta altura que conseguem observar e sentir muito mais estímulos do que conseguem entender. Desta forma, nada mais natural do que procurarem permanentemente o conhecimento.

A criança quer perceber-se a si mesma, perceber os outros e o seu comportamento, perceber as regras e os modos de agir, perceber os cenários que a rodeiam, enfim, perceber tudo – ou quase tudo. E os adultos em quem tem mais confiança são os destinatários preferidos para esclarecer dúvidas. É esta curiosidade infindável, esta procura em perceber o mundo que a levará a fazer sempre novas descobertas e a sofisticar os seus mecanismos mentais. Se tal acontece de forma sólida na infância, é um bom princípio que a acompanhará durante toda a vida.
 
Importância das respostas

Quando os “porquês” se amontoam, pode ser necessário ir buscar todas as reservas de paciência para manter a calma. Mas vale a pena tentar permanecer sereno e, mais importante, responder à criança. Como já se viu, ela não pergunta incessantemente porque quer ser “chata” ou porque não ouviu as respostas anteriores. Trata-se de um processo permanente de desenvolvimento pessoal, que deve ser respeitado.

Se a criança é travada pelos adultos em quem mais confia – sejam eles os pais, outros familiares ou os educadores – no momento em que faz perguntas, poderá sentir-se desvalorizada e até perder a vontade de descobrir coisas novas. E então, por medo ou insegurança, poderá parar o seu processo de aprendizagem.

Como acompanhar

Uma boa estratégia para enfrentar a fase dos porquês é colocar-se no papel da criança e perceber que tipo de atitude do adultos é que ela está à espera.

Ficam aqui algumas sugestões: 
• Por mais saturado que esteja, não ignore as perguntas e tente ouvir a criança com atenção;
• Dê respostas adequadas à sua idade e/ou maturidade. Demasiado simples não a satisfazem e demasiado complexas apenas a confundem;
• Se não estiver certo da resposta, diga que não sabe, que vai pensar e investigar e que depois lhe responderá. E cumpra;
• Não dê respostas antes de a criança fazer as perguntas. Respeite o seu ritmo;
• Evite ceder à tentação de dar respostas incorretas ou fantasiosas. Quando descobrir a verdade, a criança perderá parte da confiança que tem em si.

 Fontehttp://crescer.sapo.pt/crianca/educacao-e-pedagogia/a-idade-dos-porques