A semelhança entre irmãos gémeos uni-vitelinos confunde muitas pessoas, mesmo os adultos. Imagine, então, o comportamento dos pequenos quando eles conhecem esses tios muito parecidos com os seus papais? Cara de espanto, olhos arregalados, choro... vejam estes hilariantes vídeos ;)
terça-feira, 16 de fevereiro de 2016
Bebés têm reacções engraçadas ao conhecerem o irmão gémeo de seus pais :)
sábado, 26 de dezembro de 2015
Parto de cinco gémeos junta 23 profissionais
Uma brasileira de 35 anos deu à luz cinco bebés (1 menino e 4 meninas) num megaparto que reuniu, só na sala de cirurgia, 23 profissionais. Os bebés nasceram saudáveis.
Ler mais em:
Como engravidar de gémeos?
Esse tipo de gestação acontece graças a fatores genéticos hereditários, idade avançada ou também pode ocorrer em mulheres que usam técnicas de reprodução assistida para engravidar.
Mais informação aqui:
Fonte: http://www.bolsademulher.com/bebe/planejamento/materia/como-engravidar-de-gemeos
terça-feira, 13 de outubro de 2015
Quando deve ser feita a transição para a sanita?
Só depois de ela já estar familiarizada com o bacio, pelo menos durante umas semanas. Para isso, arranje um assento próprio para crianças e um degrau para ela subir para a sanita. Ficar no ar, sem apoio para os pés, causa uma sensação desagradável. Ajude-a a subir e a descer do assento nas primeiras vezes, até ela aprender.
O pé chato prejudica?
Todos os bebés têm pés planos e gordinhos e pernas arqueadas. Por volta dos dois anos, os ossos chegam à posição correcta, naturalmente. Só então é possível dizer se os pés do seu filho terão ou não a chamada curva plantar. A título de prevenção, o mais importante é deixá-lo andar descalço, especialmente em superfícies irregulares, terra, relva ou areia da praia. Observe também se os sapatos têm sola fina e flexível, permitindo que ele use os dedos como apoio.
Quando começar com as sopinhas?
As sopas começam a fazer parte da ementa infantil por volta do 6.º mês. O mais provável é que empurre a comida para fora da boca, estranhando o novo sabor. O segredo para que seu filho aceite os novos sabores é a repetição e, acima de tudo, a paciência. Depois de meses acostumado ao leite e ao sabor adocicado das frutas, é bem possível que faça muita cara feia até passar a apreciar o gostinho e a consistência das sopas. De início, nem é necessário acrescentar sal à preparação, e quando ele for usado, tem que ser com grande moderação, para não sobrecarregar os rins do seu filho.
A criança pode andar sem ter gatinhado?
Sim. Algumas não têm muita paciência para tentar coordenar braços e pernas e preferem começar logo a subir aos móveis. Aprendem a dar os primeiros passinhos apoiando-se a móveis e paredes. No entanto, existem casos de bebes que não gatinham por falta de oportunidade. Por receio de que o bebe se suje ou apanhe alguma doença, os pais evitam que ele se arraste pelo chão. Nesses casos, a criança pode mesmo ficar com uma deficiência no desenvolvimento: demonstrar falta de equilíbrio ou ir frequentemente contra os móveis, por não conseguir calcular bem as distâncias.
Fonte: http://guiadamae.com/a-crianca-pode-andar-sem-ter-gatinhado/
Deve-se usar uma aranha ou andarilho?
A maioria dos pediatras condena o seu uso. Primeiro, porque diminui a possibilidade de gatinhar e exercitar a musculatura, segundo, porque força a musculatura e os ossos das pernas antes que a criança esteja preparada para isso; terceiro, porque o processo de amadurecimento da criança pode ser prejudicado, pelo facto de ela não ter gatinhado.
Fonte: http://guiadamae.com/deve-se-usar-uma-aranha-ou-andarilho/
Destro ou canhoto?
Mesmo que seu filho pequeno comece a mostrar preferência pela mão direita ou esquerda, você só saberá ao certo se ele é destro ou canhoto quando tiver 2 ou 3 anos de idade, pois aí ele vai começar a usar uma das mãos com maior frequência.
Lembre-se de que não é uma boa ideia tentar influir na preferência do seu filho pela mão direita ou esquerda, porque a coordenação motora dele está em desenvolvimento.
segunda-feira, 12 de outubro de 2015
As vidas trocadas de 4 Gémeos
O que acontece quando dois pares de gémeos idênticos descobrem que foram trocados na maternidade — e imaginam o que as suas vidas poderiam ter sido.
Notícia aqui:
http://www.publico.pt/sociedade/noticia/as-vidas-trocadas-de-quatro-gemeos-1710488 domingo, 24 de maio de 2015
Alemã de 65 anos já é mãe de quadrigémeos :) :) :) :)
O parto aconteceu esta quinta-feira, dia 19, às 26 semanas de gestação. As crianças, três rapazes e uma rapariga - nasceram de cesariana, cerca das 11:00, e encontram-se na incubadora com "uma boa hipótese de sobreviver". Segundo o jornal, Neeta, nasceu com 655gr e 30 cm; Dries, com 960gr e 35 cm. Bence, com 68gr e 32 cm. e Fjonn, com 745gr e 32.5 cm.
quarta-feira, 18 de março de 2015
sexta-feira, 23 de janeiro de 2015
Características da gravidez de gémeos
A mudanças que ocorrem no organismo são mais rápidas que as que ocorrem na gestação única:
- O útero cresce mais depressa a partir da 13ª semana de gestação
- O ganho de peso será um pouco maior - pode ser de 15 a 20 Kg
- Sente movimentação fetal em locais diferentes e ao mesmo tempo
- Precisa alimentar-se mais do que numa gestação de feto único: 2700 calorias/dia
- É muito comum apresentar anemia e para compensar o médico irá prescrever suplementos de vitaminas e minerais
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
Nomes populares em Portugal/2014 - Top 10
Top 10 -
Meninas
Maria – 4809
Matilde – 2062
Leonor – 1859
Beatriz – 1378
Mariana – 1330
Carolina – 1295
Ana – 1120
Inês – 1062
Sofia – 980
Margarida – 930
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Top 10 - Meninos
João – 1809
Rodrigo – 1783
Francisco – 1718
Martim – 1663
Santiago – 1428
Tomás – 1400
Afonso – 1378
Duarte – 1244
Miguel – 1207
Guilherme – 1206
|
segunda-feira, 8 de setembro de 2014
Massagem Shantala
A Shantala é uma técnica de massagem milenar, originária do Sul da Índia, feita pelas mães aos seus bebés.
O objectivo principal é promover uma
melhor comunicação e interacção entre mãe e filho, fortalecendo o vínculo
afectivo já existente entre ambos. Mas, a técnica também traz inúmeros
benefícios para a saúde do bebé.
quinta-feira, 4 de setembro de 2014
O que fazer para acalmar o bebé quando tem cólicas?
Comece a percorrer esta lista de sugestões. Lembre-se de que não existe uma táctica que resulte sempre, por isso continue a tentar.
• Dê uma chupeta ao bebé. Por vezes funciona, provavelmente porque a sucção acalma o bebé. Um baloiço ou uma cadeira de baloiço também podem ajudar.
• Vire o bebé com a barriga para baixo, sobre o seu joelho ou sobre uma botija de água quente dentro de uma toalha (ou arrefecida a uma temperatura que não seja desconfortável para si quando está em contacto com a pele do seu pulso). Esfregue ou dê palmadinhas nas costas do bebé, já que pode ajudar a aliviar parte da pressão do estômago.
• Pegue no bebé e fale com ele, embale-o ou aconchegue-o. Sem dúvida, nem sempre é fácil mimar um bebé aos gritos mas, por vezes, simplesmente tocar no bebé pode ajudar e é importante pelo menos tentar reconfortar a criança. Pode também tentar pô-lo na cadeirinha de automóvel ou na espreguiçadeira e colocá-la em cima do secador da roupa – o movimento é muitas vezes calmante. Mas não o deixe sozinho, a vibração de alguns secadores é por vezes tão intensa que a cadeirinha pode cair.
• Leve o bebé para todo o lado. Alguns bebés com cólicas gostam simplesmente de se manter em movimento. Se verificar que o seu bebé é assim, invista num porta-bebé e transporte-o consigo enquanto trata das suas tarefas.
• Tente mudar de ambiente. Pode ser útil levar o bebé a passear, na cadeira de passeio ou num porta-bebé. O ar fresco e o ritmo dos movimentos pode acalmá-lo e fazer com que adormeça. Ou então dê uma volta de carro.
• Depois de dar de comer, pôr a arrotar, mudar a fralda e tudo mais de que o bebé necessite, é perfeitamente aceitável que o coloque na cama de grades durante alguns minutos, mesmo que chore inconsolavelmente, para que possa ter o seu momento de pausa. Alguns momentos de repouso ajudam-na a acalmar os nervos (e a conservar a sua sanidade). O pai e a mãe deverão revezar-se ou contratar uma ama compreensiva durante algumas horas.
• Evite pedir que lhe receitem medicamentos para as cólicas, como anti-espasmódicos ou sedativos, já que podem ser perigosos para o bebé.
Fonte: http://crescer.sapo.pt/bebe/primeiros-dias/dos-0-aos-6-meses-colicas
Porque o céu é azul?
Normalmente,
as crianças pequenas têm diversas perguntas, entre
essas centenas de questões, há uma que é bem recorrente: “porque o céu é
azul?”
Pode dizer que o céu é feito de partículas muito pequenas que são
de cor azul. A resposta mais simples. Se quiser elaborar pode
dizer que o céu é feito de pequenas partículas e quando a luz
incide sobre elas, brilham na cor azul, assim, todo o céu parece azul.
A idade dos “porquês”
É uma fase extenuante para os adultos, mas essencial para o desenvolvimento da criança. E vale a pena responder-lhe sempre.
Começa por volta dos três anos. “Mãe, porque é que o
Céu é azul?”, “Pai, porque é que temos de comer legumes?”, “Avó, porque é
que tens cabelos brancos?”, “Avô, porque é que gostas tanto de ler o
jornal?”, “Tia por que é que…?”
A chamada “idade dos porquês” é um período clássico e habitual no
desenvolvimento das crianças. E embora possa ser bastante cansativo para
os adultos significa que os mais pequenos estão a crescer da forma
esperada.
Identidade em construção
Desde que nasce, a criança aprende sobre o mundo que a rodeia e sobre
si própria. E antes de saber falar – ou melhor, antes de ter o
vocabulário suficiente para fazer perguntas – a curiosidade está lá, mas
ela não a consegue expressar.
À medida que vai sendo cada vez mais eficiente na comunicação, a
criança começa a questionar os outros sobre tudo o que quer compreender.
E os temas são quase infinitos. É aí que a interrogação “porquê?”
começa a multiplicar-se.
O conhecido psicólogo e pedagogo suíço Jean Piaget, pioneiro no
estudo dos mecanismos de desenvolvimento infantil, chama a este momento o
“período pré-operatório”. Ou seja, as crianças conquistam a capacidade
de criar imagens mentais sem que o objeto ou as pessoas estejam
presentes. Para além disso, é nesta altura que conseguem observar e sentir muito
mais estímulos do que conseguem entender. Desta forma, nada mais
natural do que procurarem permanentemente o conhecimento.
A criança quer perceber-se a si mesma, perceber os outros e o seu
comportamento, perceber as regras e os modos de agir, perceber os
cenários que a rodeiam, enfim, perceber tudo – ou quase tudo. E os
adultos em quem tem mais confiança são os destinatários preferidos para
esclarecer dúvidas. É esta curiosidade infindável, esta procura em perceber o mundo que a
levará a fazer sempre novas descobertas e a sofisticar os seus
mecanismos mentais. Se tal acontece de forma sólida na infância, é um
bom princípio que a acompanhará durante toda a vida.
Importância das respostas
Quando os “porquês” se amontoam, pode ser necessário ir buscar todas
as reservas de paciência para manter a calma. Mas vale a pena tentar
permanecer sereno e, mais importante, responder à criança. Como já se viu, ela não pergunta incessantemente porque quer ser
“chata” ou porque não ouviu as respostas anteriores. Trata-se de um
processo permanente de desenvolvimento pessoal, que deve ser respeitado.
Se a criança é travada pelos adultos em quem mais confia – sejam eles
os pais, outros familiares ou os educadores – no momento em que faz
perguntas, poderá sentir-se desvalorizada e até perder a vontade de
descobrir coisas novas. E então, por medo ou insegurança, poderá parar o
seu processo de aprendizagem.
Como acompanhar
Uma boa estratégia para enfrentar a fase dos porquês é colocar-se no
papel da criança e perceber que tipo de atitude do adultos é que ela
está à espera.
Ficam aqui algumas sugestões:
• Por mais saturado que esteja, não ignore as perguntas e tente ouvir a criança com atenção;
• Dê respostas adequadas à sua idade e/ou maturidade. Demasiado
simples não a satisfazem e demasiado complexas apenas a confundem;
• Se não estiver certo da resposta, diga que não sabe, que vai pensar e investigar e que depois lhe responderá. E cumpra;
• Não dê respostas antes de a criança fazer as perguntas. Respeite o seu ritmo;
• Evite ceder à tentação de dar respostas incorretas ou fantasiosas.
Quando descobrir a verdade, a criança perderá parte da confiança que tem
em si.
Fonte: http://crescer.sapo.pt/crianca/educacao-e-pedagogia/a-idade-dos-porques
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